É olhar para trás arrogantemente
E buscar um horizonte que só é visível para você mesmo
É a quase certeza que não há mais nada que possa ser dito
Que não existem entrelinhas que possam mudar nada
É não enxergar o brilho dos olhos mesmo nos momentos de euforia
Nem ver o que há por detrás de tantas lágrimas...
É quebrar paradigmas com o intuito de conseguir massagear o ego
Mesmo sabendo que essa massagem é traiçoeira, pois enquanto ela o acaricia,
Nos outros,deixa feridas...
Feridas que não são visíveis aos olhos
Mas que se aprofundam
Até que um dia a indiferença gera outra indiferença
E realmente não há mais nada que possa ser dito.